Time Out Lisboa review by Jose Carlos Fernandes


Daniel Levin – Organic Modernism (CF 212)***
O sexto disco do quarteto do violoncelista Daniel Levin marca um recuo em relação aos anteriores. Não há alterações na orientação estética nem na formação relativamente aos dois mais recentes, Bacalhau e Live At Roulette (ambos na Clean Feed), que foram bem recebidos nestas páginas. O que mudou é que Levin, que dantes assegurava todas as composições, deixou mais de metade das faixas ao sabor da improvisação.

Enquanto “Action Painting”, “My Kind of Poetry” ou “Old School”, compostos por Levin, mantêm o usual nível, as peças improvisadas – umas em quarteto e outras em duos sortidos – são, por comparação, esquissos informes e indiferenciados, pese embora o talento de Nate Wooley (trompete), Matt Moran (vibrafone) e Peter Bitenc (contrabaixo).

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  1. 1
    João A

    Daniel Levin – Organic Modernism (CF 212) *****
    Nesta obra Levin supera em larga medida o que anteriormente fez:
    dá um salto em frente, abre novos espaços, novas concepções, novas dinâmicas, e sobretudo uma linguagem mais ampla aberta ( em todo o sentido) mais abstracta e mais profunda; UMA OBRA PRIMA. J.A.

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