Público – O melhor de 2015


10 – Impermanence – Susana Santos Silva (Porta-Jazz)
9 – Features – Schlippenbach Trio (Intakt)
8 – The Bad Plus Joshua Redman – The Bad Plus + Joshua Redman (Nonesuch)
7 – Grand Valis – Hugo Carvalhais (Clean Feed)
Se os seus dois primeiros discos,Nebulosa (2010) e Partícula (2012), revelaram desde logo um músico fora do comum, aqui Hugo Carvalhais viaja para lá da zona de conforto, aventurando-se pelo universo. A música do quarteto arranca em modo espacial, abrindo com pinceladas de teclado futurista. Seguem-se a solenidade de um órgão de igreja, um contrabaixo galopante, um violino irrequieto e uns pozinhos de electrónica. Mais do que nunca, a música do contrabaixista portuense é inclassificável, cruza mundos e atravessa galáxias sonoras.
6 – Tim Berne’s Snakeoil – Tim Berne’s Snakeoil (ECM)
5 – Tales of the Unforeseen – Barry Altschul’s 3Dom Factor (Tum)
4 – Break Stuff – Break Stuff (ECM)
3 – (Dance to) The Early Music – Nate Wooley Quintet (Clean Feed)
Nate Wooley tem desenvolvido um sólido percurso como um dos mais originais trompetistas da actualidade. No seu mais recente disco, em quinteto, propõe uma revisitação da música de Wynton Marsalis, seu ídolo da adolescência, e figura associada ao conservadorismo no jazz. Longe de uma banal homenagem, mas também de uma revisão irónica ou de uma afirmação política, aqui temos uma espécie de “regresso a casa”, encontro puro de um instrumentista que na sua plena maturidade artística regressa à música que o fez crescer. Desafiante, inesperado e fascinante.
2 – The Epic – Kamasi Washington (Brainfeeder)
1 – In For A Penny, In For A Pound – Henry Threadgill Zooid (Pi)

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